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Fãs estão esperançosos com a série “The Last of Us”

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A série The Last of Us, produzida pela HBO, será disponibilizada em todo o mundo amanhã, dia 15 de janeiro de 2023, no serviço de streaming do canal e no sinal aberto na TV. O seriado é baseado nos jogos de videogame que levam o mesmo nome, lançados em 2013 e 2020 pela desenvolvedora norte-americana Naughty Dog.

Ambientada em um futuro distópico, 20 anos depois da chegada de um vírus que devastou a humanidade, “The Last of Us” mostra a história do sobrevivente Joel, interpretado por Pedro Pascal, que é contratado para contrabandear Ellie (Bella Ramsey), uma adolescente de 14 anos. No decorrer da série, os personagens encaram uma jornada brutal e cheia de perigos pelos Estados Unidos enquanto buscam sobreviver.

As adaptações de jogos de videogame para telas de cinema e TV são recorrentes na indústria cinematográfica. Enquanto isso, as expectativas do público geralmente são grandes, por se tratarem de obras que têm uma importância e um vínculo emocional forte na vida dos fãs. O grande desafio dessas produções é reproduzir fielmente a essência do game em outra mídia totalmente diferente e, com o “The Last of Us”, não é diferente.   

Essa franquia de jogos é uma das mais relevantes e amadas pelos gamers nos últimos anos, por sua história extremamente humana e complexa, possibilitando o jogador a se identificar com o enredo. O jogo também é bastante premiado, vencendo títulos como o de melhor jogo do ano de 2020 do prêmio The Game Awards com “ The Last of Us: Part II”.  Para a alegria dos fãs, em um evento chamado Summer Game Fest, Neil Druckmann, criador do game e um dos produtores da obra, afirmou que a série será a “melhor e mais autêntica adaptação de videogames”.

Alessandro Oliveira, fundador do Combo Infinito, portal sobre cultura pop, relata um pouco das suas expectativas como fã e o que ele mais deseja ver durante os episódios: “Espero que essa seja a série que melhor capture a essência que existe da história desenvolvida para o videogame. O que eu mais espero são cenas icônicas vistas dentro do jogo e que, isso numa tela, com pessoas reais, será um deleite.” Ele ainda considera que as nuances e dualidade da personalidade de Joel e Ellie são pontos chave para que a série de TV tenha a essência dos jogos.

Já Rafa Camargo, crítico de cinema e criador de conteúdo, acredita que a série precisa investir na relação entre o público e os personagens para transmitir a essência do jogo; em sua visão, “The Last of Us” é um estudo sobre o amor, de como o sentimento nasce, e o jogador acompanha esse nascimento e crescimento dessas sensações por meio da relação dos personagens. Ele acredita, ainda, que a maior dificuldade de adaptar essa história é fazer as pessoas serem só espectadoras, sem ter a possibilidade de controlar as ações dos protagonistas.

Rafa considera o game como o melhor da história e com o enredo mais bem desenvolvido que ele já viu até hoje e sente que o jogo representa muito para sua vida. “O The Last of Us foi a primeira obra que eu quis tatuar, foi a primeira vez que eu tive vontade de tatuar alguma coisa na minha pele. E foi a primeira vez também que eu me lembro de ter tido vontade de ter um filho, porque eu pensei assim: ‘Eu preciso dividir esse momento com meu filho.’” Ele tem a expectativa que exista uma acuracidade com história do jogo por parte do seriado.

Apesar de ainda nem ter estreado, já existe o questionamento se a série terá uma segunda temporada. Durante o painel na CCXP 22, Neil Druckmann e Craig Mazin, produtores da série, deixaram em aberto a possibilidade de uma continuação. Druckmann ainda disse: “Se todos vocês assistirem à série… quem sabe?”.

Reportagem: Pedro Mello
Supervisão: Anna Julia Paixão e Gabriel Rechenioti

Foto de capa: HBO/Divulgação

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