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Os impactos dos termos capacitistas

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 O vocabulário da Língua Portuguesa está em constante transformação, porém ainda é repleto de termos e expressões ofensivas, que contribuem para a depreciação de certos grupos. As redes sociais, são meios de livre expressão, por isso, registram os preconceitos espalhados pela internet. Ao mesmo tempo, elas também dão voz às pessoas que sofrem com isso todos os dias e ajudam na conscientização sobre o tema. Por isso, o professor Vinícius Guimarães da Silva, a criadora de conteúdo Alessandra Cardoso Martins, e o psicólogo Alex Montes, contaram um pouco de suas experiências e falaram sobre a necessidade da sociedade brasileira de desvincular-se dos termos capacitistas.  

O que é capacitismo?

 O capacitismo é uma forma de preconceito que engloba todo tipo de discriminação cometida contra pessoas com deficiência (PCDs), e neurodivergentes (NDs), que são  pessoas que sofrem de autismo, bipolaridade, demência, entre outras doenças ligadas ao cérebro. Esse tipo de opressão gera uma associação desses grupos a características negativas.

O que são termos capacitistas?

Termos capacitistas são palavras e expressões naturalizadas na fala e usadas no dia a dia, que normalmente tem o objetivo de atacar, criticar ou ridicularizar alguém. Esses termos banalizam as deficiências das pessoas e criam uma conotação negativa em torno de palavras que definem doenças humanas. Alguns exemplos de termos capacitistas são: “louco” / maluco’’, “retardado”, ‘’mongoloide’’, ‘’imbecil’’, ‘’estúpido’’, ‘’demente’’, ‘’capenga’’, ‘’bipolar’’, ‘’deformado”, ‘’surdo/mudo”, ‘’virou um hospício’’, ‘’cego de (um sentimento)’’.

Reportagem: Alberto Ghazale, Amanda Domicili, Ana Beatriz Miranda, Brenda Barros, Felipe Roza, Gabriela Leonardi, Leo Garfinkel e Tiago Tassi.

Edição de Vídeo: Camila Hucs

Supervisão: Ana Júlia Oliveira e Matheus Pardellas

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